Dr. Carlos Trindade · Medicina da Dor · Belo Horizonte
Sua dor crônicatem tratamento.
E ele começa exatamente onde a dor começou.
Formação no HC-UFMG e no Sírio-Libanês, mestre pela USP e dupla titulação internacional em intervencionismo da dor — FIPP e CIPS — pelo World Institute of Pain.

Dr. Carlos Trindade
Belo Horizonte · MG
Por que esse site existe
Você já ouviu que precisa “aprender a conviver com a dor”.
Que o problema é emocional. Que é idade. Que é só tomar o remédio.
Se você está aqui, é porque essas respostas pararam de fazer sentido.
No meu consultório, em Belo Horizonte, começo pela investigação minuciosa da causa real da dor — para tratar o problema, não para silenciar o corpo.
Como funciona uma avaliação
Antes de qualquer procedimento, mapeamento.
01
60 minutosAnamnese profunda
Investigação detalhada de histórico clínico, tratamentos prévios, hábitos, sono, contexto sistêmico e fatores que perpetuam a dor.
02
Durante a consultaExame físico orientado
Exame clínico guiado por ultrassonografia quando indicado, mapeando a origem provável da dor — não apenas a região onde ela se manifesta.
03
Em até 48 horasProposta terapêutica
O paciente recebe um documento com o diagnóstico, a sequência terapêutica proposta e os prazos esperados para cada etapa.
Nenhum procedimento é realizado na primeira consulta. O plano só começa depois que a causa foi mapeada e a proposta foi aceita — sem pressão pra decidir no momento.
O que orienta o trabalho
Investigar a origem
antes de intervir.
01
Investigar, não medicar
A consulta começa pela pergunta certa.
O ponto de partida é descobrir o que gera a dor. Sintoma silenciado sem causa identificada tende a voltar — por isso a investigação vem antes de qualquer conduta.
02
Formação na conduta
A trajetória se lê no critério.
HC-UFMG, Sírio-Libanês, mestre pela USP e dupla titulação internacional em intervencionismo da dor (FIPP e CIPS) pelo World Institute of Pain — cada camada mudou a forma como eu raciocino cada caso.
03
Quem investiga, ensina
O rigor da docência na avaliação.
O mesmo cuidado que oriento na formação de outros médicos orienta cada avaliação no consultório — a autoridade que se mantém exposta ao escrutínio.
Para quem é
Este lugar é para você se…
Está exausto de tratar sintoma e nunca chegar à causa.
Já passou por vários médicos e ouviu que “tem que se acostumar com a dor”.
Busca investigação séria, com recursos atuais — não mais uma receita por padrão.
Quer um plano construído pra cada caso, e não um protocolo único.
Por que aqui
Onde experiência e
ensino se cruzam.
Titulação internacional
Dr. Carlos Trindade é Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP) e Certified Interventional Pain Sonologist (CIPS) pelo World Institute of Pain — certificações internacionais em procedimentos intervencionistas e ultrassonografia para dor.
Coordenação acadêmica
Coordenador da Especialização Clínica em Dor da Afya Educação Médica e da Medicina Intervencionista da Dor na Rede Mater Dei.
Ensina quem ensina
O mesmo raciocínio clínico que aplico em cada avaliação é o que ensino a outros médicos na especialização — autoridade que se mantém atualizada e exposta ao escrutínio.
Avaliações verificadas
426+ avaliações públicas.
Em plataformas independentes.
No Google e no Doctoralia — cada avaliação é de um paciente real e pode ser verificada diretamente na fonte.
Condições que atendo
As dores que mais chegam ao consultório.
Cada quadro com investigação própria — e um plano pensado para aquele caso, não um protocolo repetido.
Dor lombar e ciática
A queixa mais comum de toda a medicina da dor. A maioria das lombalgias tem causa identificável e melhora sem cirurgia — desde que se descubra de onde a dor realmente vem.
Dor cervical e cervicobraquialgia
Dor no pescoço que pode permanecer localizada ou irradiar para o ombro e o braço quando uma raiz nervosa é envolvida. A rotina de tela e postura tem peso grande aqui.
Fibromialgia
Condição que amplifica a forma como o corpo processa dor, produzindo dores difusas, cansaço persistente e sono que não descansa. Não é dano nos músculos — é o sistema de dor em estado de alerta contínuo.
Cefaleias e enxaqueca
Nem toda dor de cabeça é igual, e tratá-las como se fossem é o erro mais comum. Identificar o tipo de cefaleia é o que abre o caminho para o tratamento certo.
Dor neuropática
Dor causada por lesão ou disfunção do próprio sistema nervoso. Ela queima, choca e formiga — e não responde aos analgésicos comuns, porque a origem é diferente.
Dor no joelho
Dor que limita agachar, subir escada ou caminhar, vinda de uma articulação que sustenta o corpo inteiro. Boa parte dos casos é tratável sem prótese, mesmo quando há desgaste.
Próximo passo
Se você chegou até aqui,
comece pela conversa.
O primeiro contato é com a secretaria, que entende seu caso e organiza a avaliação com o Dr. Carlos. Não é a consulta — é o ponto de partida.
Belo Horizonte · Santo Agostinho